Futebol Profissional

Trend Alimentos apoia Caça Rato na busca pelo acesso

Conheça mais sobre o mito Flávio Caça Rato.

Por Guarani Futebol Clube
Publicado em 01/12/2015, às 14:01. Atualizado em 31/12/2015 às 14:03.

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Mesmo fora das quatro linhas, a Trend Alimentos, parceira do Guarani, não deixa de apoiar o Bugre na caminhada pelo acesso. E nesse cenário, Flávio Caça Rato é um dos nomes que mais ecoa nos corredores do Brinco de Ouro.

Dos campinhos do Nordeste ao sucesso. O atacante fez história no futebol brasileiro, marcou gols decisivos, tornou-se mundialmente conhecido e hoje veste a camisa do Bugre. Mais conhecido como CR7, o atleta pretende escrever sua história ao lado do Único Campeão Brasileiro do Interior.

De onde surgiu o apelido Caça Rato?

Lá da minha infância. Desde os 13 anos eu gostava muito de matar rato, é estranho, mas é verdade. Na beira do campo, enquanto o pessoal jogava, eu ficava procurando rato. Até que um dia o treinador precisou de mim e me chamou de caça rato, aí ficou.

O Caça Rato acabou virando CR7, o que você acha da comparação?

Eu acho legal demais. O cara é o melhor do mundo e eu sou o melhor do Brasil. Cada um com suas qualidades. Ele é um jogador que faz bastante gol, é diferenciado. E a partir disso, eu procuro me espelhar nele. Não vou dizer que somos iguais, mas eu procuro sempre melhorar para ficar parecido com ele, se bem que aqui no Brasil, CR7 sou eu, ou melhor, CR7 é do Guarani.

Esse colar no seu pescoço chama atenção…

Eu tentei achar pra comprar o CR7, mas tive que mandar fazer. Faz dois anos que eu tenho ele, mas parece muito mais tempo. É meu xodó. Só não coloco ele quando vou treinar, é meio pesado, mas para sair e tirar foto… [risos].

Biro-Biro, Loco Abreu, Nei Paraíba, Higuita… Você faz parte desse time folclórico, não é?

Ah, acho que sim né. Assim como eu, eles também foram reconhecidos pela atuação dentro de campo, mas é lógico que algumas coisas ficam marcadas… Aqui é o meu nome. Caça Rato é muito diferente e as vezes é um nome estranho desse que nos deixa reconhecido mundialmente. O nome ajudou, mas o que me levou pra cima mesmo foram os meus gols decisivos.

Como daquela vez no Santa Cruz?

Sim, era jogo contra o Sampaio Corrêa, eu estava no banco de reserva do Santa Cruz e lembro que tinha comentado com Denis Marques que eu entraria no jogo para fazer o gol do título da Série C de 2014 e foi isso que aconteceu.

Vai honrar todo esse sucesso jogando aqui no Guarani?

Pô, não tem nem como não fazer isso. Quando a gente vai jogar em algum clube, a gente tem que marcar. Eu estou muito feliz aqui, vou trabalhar o máximo possível para fazer história, marcar meu nome e virar ídolo aqui também.
Para terminar, quando você vai pintar o cabelo de verde?
Eu vou mudar o visual, mas isso só lá no final, quando conquistarmos o acesso! Daí vai ser só verde [risos].